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08
Jul
08

b. b. king

 

Riley Ben King, mais conhecido como B. B. King, (16 de setembro de 1925, Itta Bena, Mississippi) é um guitarrista de Blues e cantor norte americano. O “B. B.” no seu nome significa Blues Boy, seu pseudónimo como moderador na rádio WDIA.

Começou por tocar, a troco de algumas moedas, na esquina da Igreja com a Second Street e chegou mesmo a tocar em quatro cidades diferentes aos sábados à noite. Hoje é um dos mais reconhecidos guitarristas de Blues da actualidade, sendo por vezes referido como o Rei do Blues. É bastante apreciado pelos seus solos, nos quais, ao contrário de muitos guitarristas, prefere usar poucas notas. Certa vez, B.B. King teria dito: “posso fazer uma nota valer por mil”.

Riley Ben King, mais conhecido como B. B. King, nasceu numa plantação de algodão em 16 de setembro de 1925 em Itta Bena, perto de Indianola no Mississippi, Estados Unidos da América.

Teve uma infância difícil – aos 9 anos, o bluesman vivia sozinho e colhia algodão, trabalho que lhe rendia 35 centavos de dólar por dia. Começou por tocar, a troco de algumas moedas, na esquina da Igreja com a Second Street.

No ano de 1947, partia para Memphis, no Tennessee, apenas com sua guitarra e $2,50 dólares. Como pretendia seguir a carreira musical, a cidade de Memphis, onde se cruzavam todos os músicos importantes do Sul, sustentava uma vasta e competitiva comunidade musical em que todos os estilos musicais negros eram ouvidos.

Nomes como Django Reinhardt, Blind Lemon Jefferson, Lonnie Johnson, Charlie Christian e T-Bone Walker tornaram-se ídolos de B. B. King.

“Num sábado à noite ouvi uma guitarra elétrica que não estava a tocar espirituais negros. Era T-Bone interpretando “Stormy Monday” e foi o som mais belo que alguma vez ouvi na minha vida.” recorda B. B. King, “Foi o que realmente me levou a querer tocar Blues”.

A primeira grande oportunidade da sua carreira surgiu em 1948, quando actuou no programa de rádio de Sonny Boy Wiliamson, na estação KWEM, de Memphis. Sucederam-se actuações fixas no “Grill” da Sixteenth Avenue e mais tarde um spot publicitário de 10 minutos na estação radiofónica WDIA, com uma equipa e direcção exclusivamente negra. “King’s Sport”, patrocinado por um tónico, tornou-se então tão popular que aumentou o tempo do transmissão e se transformou no “Sepia Swing Club”.

King precisou de um nome artístico para a rádio. Aquilo que começou por ser “Beale Street Blues” foi abreviado para “Blues Boy King” e eventualmente para B. B. King. Por mera coincidência, o nome de KING já incluia a simples inicial “B”, que não correspondia a qualquer abreviatura.

Pouco depois do seu êxito “Three O’ Clock Blues”, em 1951, B. B. King começou a fazer turnés nacionais sem parar, atingindo uma média de 275 concertos/ano. Só em 1956 B. B. King e a sua banda fizeram 342 concertos! Dos pequenos cafés, teatros de “gueto”, salões de dança, clubes de jazz e de rock, grandes hotéis e recintos para concertos sinfónicos aos mais prestigiados recintos nacionais e internacionais, B. B. King depressa se tornou o mais conceituado músico de Blues dos últimos 40 anos, desenvolvendo um dos mais prontamente identificáveis estilos musicais de guitarra, a nível mundial. O seu estilo foi inspirador para muitos guitarristas de rock. Mike Bloomfield, Albert Collins, Buddy Guy, Freddie King, Jimi Hendrix, Otis Rush, Johnny Winter, Albert King, Eric Clapton, George Harrison e Jeff Beck foram apenas alguns dos que seguiram a sua técnica como modelo.

Em 1969, B. B. King foi escolhido para a abertura de 18 concertos dos Rolling Stones. Em 1970 fez uma turné pelo Uganda, Lagos e Libéria, com o patrocínio governamental dos E.U.A.

Começou a participar na maioria dos festivais de Jazz por todo o mundo, incluindo o Newport Jazz Festival e o Kool Jazz Festival New York, e sua presença tornou-se regular no circuito por universidades e colégios.

Em 1989 fez uma tourné de três meses pela Austrália, Nova Zelândia, Japão, França, Alemanha Ocidental, Países Baixos e Irlanda, como convidado especial dos U2, participando igualmente no álbum “Rattle and Hum”, deste grupo, com o tema “When Love Comes to Town”.

Em 26 de Julho de 1996, B. B. King, aproveitando o fato de ter um concerto agendado para Stuttgart, deslocou-se propositalmente de avião até à base aérea de Tuzla, para actuar perante tropas da Suécia, Rússia, Bélgica e E.U.A., estacionadas na Bósnia num esforço conjunto de manutenção da paz. No dia seguinte, voou para a base aérea de Kapsjak, para nova atuação junto de tropas norte-americanas. B. B. King confessa: “Foi emocionante actuar para estes homens e mulheres. Apreciamo-los e queremos que eles saibam que têm o nosso total apoio na sua árdua tarefa de manutenção da paz.”

B. B. King terminou 1996 com uma turne pela América Latina, com concertos no México, Brasil, Chile, Argentina, Uruguai e, pela primeira vez, no Peru e Paraguai. O “Rei dos Blues” totaliza mais de 77 países onde actuou até hoje.

Ao longo dos anos tem sido agraciado com diversos Grammy Awards: melhor desempenho vocal masculino de Rhythm & Blues, em 1970, com “The Thrill is Gone”, melhor gravação étnica ou tradicional, em 1981, com “There Must Be a Better World Somewhere”, melhor gravação de Blues tradicionais, em 1983, com “Blues’N Jazz” e em 1985 com “My Guitar Sings the Blues”. Em 1970, “Indianopola Missisipi Seeds” concede-lhe o “Grammy” de melhor capa de álbum. A Gibson Guitar Co. nomeou-o “Embaixador das guitarras Gibson no Mundo”.

 

Curiosidades

  • Uma das imagens de marca de King é chamar às sua guitarras o nome de “Lucille” – uma tradição que vem desde a década de 1950. No inverno de 1949, King  apresentou-se num salão de dança em Twist, no Arkansas. Com o intuito de aquecer o salão, acendeu-se um barril meio cheio de querosene no centro do salão, prática muito comum na época. Durante a apresentação, dois homens começaram a brigar e entornaram o barril que imediatamente espalhou chamas por todo o lado. Durante a evacuação, já fora do estabelecimento, King apercebeu-se de que tinha deixado a sua guitarra de 30 dólares no edifício em chamas. Voltou a entrar no incêndio para reaver a sua Gibson acústica, escapando por um triz. Duas pessoas morreram no fogo. No dia seguinte, soube que os dois homens tinham começado a briga devido a uma mulher chamada Lucille. A partir dessa altura, passou a a designar as suas guitarras por esse nome, para “se lembrar de nunca mais fazer uma coisa daquelas.”
  • Quando foi perguntado ao cantor John Lennon sobre sua maior ambição, ele disse que era tocar guitarra como B.B. King.
  • BB King era considerado o melhor guitarrista do mundo por Jimi Hendrix.
  • Um anime japonês por nome Beck – Mongolian Chop Squad teve influências do bluesman B. B. King. Por vezes, ele é citado e ainda tem a guitarra “Lucille”.

 

A guitarra

  • Começou a carreira com uma Fender Telecaster
  • Passou a utilizar uma Gibson ES-335, modelo que foi substituído pela B. B. King Lucille, um modelo baseado na ES-345.
  • Uma das características de King é chamar às sua guitarras o nome de “Lucille” – uma tradição que vem desde a década de 1950.
  • No dia 19 de dezembro de 1997, apresentou Lucille ao Papa João Paulo II num concerto no Vaticano.
  • No dia 5 de novembro de 2000, doou uma cópia autografada de Lucille para o Museu de Música Nacional, Estados Unidos da América.

 

 Honras e prémios

  • Em 15 de dezembro de 2006 o Presidente americano George W Bush premiou King com a Medalha Presidencial da Liberdade.
  • Em 2004, ele foi premiado como Ph.D honorário da Universidade de Mississippi e o Conservatório Sueco Real  premiou-o com o Prémio de Música Polar, pelas suas contribuições significantes para o blues.
  • King foi agraciado com a Medalha Nacional de Artes, em 1990, nos Estados Unidos da América.
  • Ganhador de diversos Grammys de 1971 a 2006.

 

[Webografia para B. B. King]

http://www.bbking.com/

http://www.worldblues.com/bbking/default.asp

http://www.lastfm.com.br/music/B.B.+King

[Ver e ouvir B. B. King]

http://www.youtube.com/watch?v=4Ny5ajCn0xw

07
Jul
08

antónio chainho

 

António Chainho ( Nascido em 1938)  é um guitarrista e compositor português, reconhecido internacionalmente, considerado um embaixador da guitarra portuguesa.

Vida

Chainho nasceu em São Francisco da Serra, concelho de Santiago do Cacém, Baixo Alentejo. Recebeu influência musical de seus pais, a guitarra do pai e os fados de Amália, cantados pela mãe. Aos oito anos, já iniciava-se na guitarra e aos treze já acompanhava os fados cantados pela mãe. Na altura iniciava a tocar as guitarradas que ouvia na Rádio Nacional. Cumpriu o serviço militar em Beja, e serviu em Moçambique no período da Guerra Colonial. Conta-se que mesmo quando entrava no mato, levava sua guitarra. Foi em sua passagem por Moçambique que iniciou profissionalmente sua carreira artística, participando de programas na Rádio Nampula. Ao terminar o serviço militar, retornou a Portugal e pouco tempo depois iniciou a carreira na televisão, com sucesso imediato. Formou um conjunto o qual reunia os guitarristas José Luís Nobre Costa e os tocadores de viola Raúl Silva e José Maria Nóbrega. Posteriormente, mudou as posições, deixando de acompanhar cantores, passando a ser acompanhado por estes, mais tarde retornando também a acompanhar. Tornou-se reconhecido internacionalmente tanto por suas apresentações em concertos ao redor do mundo, quanto por sua discografia.

Carreira

 
A vida e a carreira de Chainho confundem-se, de modo que sua vida entrelaça-se em sua carreira artística. Quando terminou o serviço militar, Chainho já estava decidido que o sua vida seria dedicar-se à guitarra portuguesa. Era então a década de 1960 quando, no auge dos vinte anos, mostrou-se um verdadeiro virtuoso nas doze cordas. Assim, deixava o café dos pais, em São Francisco da Serra, onde tinha iniciado a tocar. Havia herdado do pai a destreza no manejo da guitarra e da mãe o gosto pelo fado, assim, ao definir seu estilo, foi achar inspiração em mestres como Armandinho. Já vivia em Lisboa há três anos quando foi convidado pela Emissora Nacional para um programa de rádio chamado Fados e Guitarradas, no qual performava diretamente ao vivo juntamente com o seu conjunto.

Em meados dos anos 60 estreiou na casa de fados A Severa, e a partir de então apresentou-se em outras casas como O Faia, O Folclore e no Picadeiro, da qual tornou-se proprietário e onde foi cada vez mais cultivando seu amor pela guitarra portuguesa, chegando a formar o seu próprio conjunto de guitarras.

Quando Chainho passa a acompanhar artistas como Maria Teresa de Noronha, Lucília do Carmo, Carlos do Carmo, Francisco José, Tony de Matos, António Mourão, Frei Hermano da Câmara ou Hermínia Silva, começa então a deixar suas próprias marcas na história da guitarra portuguesa.

Depois de alguns anos de atuações instrumentais, em atuou como acompanhante, decide mudar a ordem das coisas e chamar cantores para acompanhá-lo, e inicia uma sucessão de apresentações internacionais. Nesta trajetória experimenta misturar a guitarra portuguesa à música de outras culturas e assim toca com as artistas brasileiras Gal Costa e Fafá de Belém, a espanhola Maria Dolores Pradera e a japonesa Saki Kubota. No áalbum lançado em 98, A Guitarra e outras mulheres, suas performances são acompanhadas por Teresa Salgueiro (Madredeus), Marta Dias, Filipa Pais, Ana Sofia Varela, Elba Ramalho, Nina Miranda (Smoke City), e por alguns dos músicos de Nova Iorque, como Bruce Swedien, Greg Cohen e Peter Scherer. Este álbum marca sua consagração, ao atingir um índice de vendas superior a vinte mil cópias. Dois anos depois lança o álbum Lisboa–Rio, com os brasileiros Celso Fonseca e Jaques Morelenbaum, entrelaçando a tradição da música portuguesa com clássicos da música brasileira.

O grande guitarrista volta a fazer o papel de coadjuvante de grandes nomes. Chaínho é convidado para acompanhar José Carreras num concerto no Pavilhão Atlântico, também foi convidado por Adriana Calcanhotto em sua turnê por Portugal e por Maria Bethânia em espectáculos no Rio de Janeiro e em São Paulo. Atualmente, é o mentor de um projeto, em Portugal, que fez parte de seus sonhos durante doze anos, a Casa do Fado e da Guitarra Portuguesa e é considerado como um inovador da tradição.

A viola de Fernando Alvim, parceiro frequente de Carlos Paredes, sendo seu principal arranjador, acompanhou Chainho nos últimos dez anos. Atualmente, os músicos Eduardo Miranda e Tuniko Goulart, brasileiros radicados em Portugal, o acompanham em trio mesclando nuances brasileiros à música portuguesa. Desde o lançamento do álbum A Guitarra e Outras Mulheres Marta Dias ganhou um papel privilegiado nas atuações de António Chaínho, sendo presença certa em seus concertos. No mais recente álbum, que foi gravado ao vivo no Centro Cultural de Belém, é dela a única voz a acompanhar o mestre da guitarra portuguesa.

[Webografia para Antonio Chainho]

http://www.antoniochainho.com/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Chainho

[Ver e/ou ouvir Antonio Chainho]

http://www.youtube.com/watch?v=NxN6ju9t-b4

07
Jul
08

Angus Young

Angus McKinnon Young (Glasgow, Escócia, 31 de Março de 1955) é um guitarrista de hard rock. Angus é membro e fundador da banda australiana de hard rock AC/DC. A sua guitarra elétrica predileta é a Gibson SG. Um dos maiores guitarristas da história do rock and roll e considerado por muitos como o maior riffer de todos os tempos.

Angus Young, um dos nove filhos de William e Margaret Young, nasceu em Cranhill, Glasgow com seus irmãos mais velhos Malcolm Young, George e Alex. Angus começou a tocar viola quando tinha apenas 5 anos de idade. O vizinho dele tinha uma e Angus costumava tocar sempre que o visitava. a primeira viola dele, no entanto, foi um banjo que pertencia à sua família, à qual ele mudou a afinação.

Primeiros Anos

Angus passou a tocar guitarra mais seriamente em 1963, ano em que sua família se mudou da Escócia para a Austrália. Comprou uma Gibson SG após tê-la visto num catálogo de um amigo. Enquanto não tinha a sua Gibson SG, tocava numa velha Höfner que era de seu irmão Malcolm. Um dos irmãos de Young, George (que tocava na banda The Easybeats), dava aulas de guitarra a Angus e Malcolm quando estava em casa após as turnês.

Antes de formar os AC/DC, Angus tocou num grupo chamado Kantuckee,que tinha como formação: Bob McGlynn(Vocal) Angus Young(Guitarra) Jon Stevens(Baixo) . Foi a primeira banda a gravar uma fita demo para Stevie Wrights, mais conhecido como “Evie”,num pedido de George Young. A banda cresceu e mudou o nome para Tantrum,com outro vocalista,Mark Sneddon.

Formação dos AC/DC

Angus e Malcolm Young formaram os AC/DC em 1973. A primeira formação incluia Angus como guitarra solo, Malcolm como guitarra base, Colin Burgess na bateria,Larry Van Kriedt no baixo e Dave Evans como vocalista. A primeira música da banda chamou-se “Can I Sit Next To You Girl”. Eles escolheram o nome AC/DC após ter em visto o que estava escrito AC/DC atrás de uma máquina de costura da irmã Margaret. AC/DC é uma sigla inglêsa que significa corrente alterna/corrente contínua de eletricidade.

Após tocar com a banda por um tempo, Angus desenvolveu a imagem de Schoolboy(Garoto da escola). Antes de ter a imagem de Schoolboy,Angus tentou outras imagens,como Spider-Man,Zorro,Gorilla e uma paródia do Super Man,nomeado de Super-Ang.A imagem de Schoolboy veio a ser uma marca registrada de Angus Young.O uniforme original foi retirado de sua escola secundária,Ashfield Boys High School,em Sydney.Há rumores de que ele não tinha tempo de trocar sua roupa antes de ir para os shows.Sua irmã Margaret sugeriu que ele vestisse o uniforme da escola, após Malcolm ter dito que cada membro da banda teria que ter uma vestimenta. Isso pode parecer irónico mas Angus não gostava muito de ir a escola.

Eventos Recentes

Angus prefere manter sua vida privada fora da comunicação social, e actualmente mora em Sydney, Austrália, mas também tem uma residência em Aalten, Holanda (e por ter uma casa na Holanda, está numa lista das 500 pessoas mais ricas desse país).  Casou -se com sua esposa Ellen em 1980 pouco depois da morte de Bon Scott.

Em 24 de Agosto de 2006, Angus recebeu “Kerrang! Magazine’s Legend Award”,do editor Paul Brannigan.Paul Brannigan considerou os AC/DC como uma das bandas mais importantes da história do Rock.

Equipamentos de Angus Young

Guitarras

Angus usou Gibson SG de vários modelos.É muito raro vê-lo com outro modelo de guitarra.De todos os modos,ele tem Telecasters,Gibson Firebirds e uma ES335s. Quando tocou “Rock Me Baby” com os Rolling Stones, usou uma Gibson ES-335,usada pelo Keith Richard e essa é uma das poucas vezes que o vemos sem sua SG. Angus tem sua SG lendária de 1968, com os captadores T Tops. Outra SG é a de 1964 que ele usou para gravar o álbum Ballbreaker, tem Captadores patenteados. Angus usa encordoamentos Ernie Ball  há aproximadamente 40 anos.
 

Influências

A forma enérgica de tocar de Angus foi influênciada por outros jovens guitarristas. O seu trabalho com os AC/DC influênciou bandas como Guns N’ Roses e Def Leppard, até novos artistas como Ket And You and I. Angus cita como suas influências, Chuck Berry, Muddy Waters entre outros guitarristas de Rock/Blues.

 

[Webografia para Angus Young/AC/DC]

http://www.xtrememusician.com/info/artists/profiles/146.html

http://en.wikipedia.org/wiki/Angus_Young

[Ver e ouvir Angus Young/AC/DC]

http://br.youtube.com/watch?v=zvoeeq-BH4w

http://br.youtube.com/watch?v=en7EKL1pX5w

http://br.youtube.com/watch?v=icIygHdSGFc&NR=1

 
Nota do autor do Blogue : Angus Young e os AC/DC foram os maiores ídolos da minha adolescência. Sabia práticamente tudo deles, tinha os álbuns todos, e ao fim-de-semana costumava inclusivamente acordar o meu pai ( facto que me trouxe alguns dissabores) e o resto do prédio ao som de Highway to Hell.
02
Jul
08

Andy Timmons

Andy Timmons (26 de Julho de 1963) é um guitarrista americano. Começou a sua carreira na banda de hard-rock Danger Danger, e  a solo, é considerado um dos melhores guitarristas da actualidade. Integrou também bandas como Pawn Kings e Andy Timmons Band (ATB).

Ao longo do seu percurso a solo, fez várias gravações jcom a Paula Abdul e Paul Stanley, e alguns jingles publicitários. Tocou ao vivo juntamente com Steve Vai e Joe Satriani, este último já convidado regular dos seus espectáculos em Dallas.

Meu comentário : parece uma mistura de Steve Vai e Joe Satriani.  Brutal. Ouçam o link especificado em [Ver e ouvir] deste post.

Discografia

 Danger Danger

  • Danger Danger
  • Down And Dirty Live
  • Screw It!

 

Solo

  • Ear X-Tacy (1996)
  • Ear X-Tacy 2 (1997)
  • The spoken and the unspoken (1999)
  • Orange Swirl (2000)
  • And-Thology 1 & 2 (2000)
  • That Was Then, This Is Now (album)|That Was Then, This Is Now (2002)

 

[Webografia para Andy Timmons]

www.musicplayers.com/…/0506_Andy_Timmons.php

http://www.andytimmons.com/

[Ver e ouvir Andy Timmons]

http://www.youtube.com/watch?v=lH5ALwj_fKU

26
Jun
08

Andres Segovia

                                           

Andrés Segovia (Linares, Espanha; 21 de fevereiro de 1893 – Madrid, Espanha; 3 de junho de 1987) foi um grande guitarrista espanhol. Considerado o pai do viola erudita moderna pela maioria dos estudiosos de música, Segovia dizia que “resgatou a viola das mãos dos ciganos flamencos”  e construiu um reportório clássico para dar lugar ao instrumento em salas de concerto. Muitos compositores fizeram obras especificamente para ele como Turina, Villa-Lobos, Castelnuovo-Tedesco e Pedrell. Pablo Casals foi um grande admirador e apoiador de Segovia.

O início

A introdução de Segovia à viola foi aos quatro anos de idade. Seu tio teria freqüentemente entoado canções para ele enquanto ele tocava uma viola imaginária. Isso incitou Segovia a fazer sua jornada para elevar a viola para o status do piano e do violino. Em particular, ele queria que a viola fosse tocada e estudada em todos os países e universidades do mundo, e passar a seu amor à viola ás gerações futuras.

A primeira apresentação de Segovia foi na Espanha, quando tinha 16 anos. Poucos anos depois, ele fez seu primeiro concerto profissional em Madrid, tocando transcrições de Francisco Tárrega e algumas obras de Bach, que ele próprio transcreveu e arranjou.

Sua primeira tournê foi pela América do Sul em 1916. Em 1924 apresentou-se em Paris e Londres. Seguiu depois por várias outras cidades da Europa, inclusive Rússia.

Embora não fosse aprovado pela família, ele prosseguiu seus estudos de viola. A sua técnica diferencia-se das técnicas de Tárrega e seus sucessores, como Emilio Pujol. Como Miguel Llobet (que pode ter sido seu professor por um curto período), Segóvia atacava as cordas com uma combinação da unha com a carne da ponta dos dedos, produzindo um som mais preciso do que os seus contemporâneos. Com a sua técnica, foi possível criar uma paleta maior de timbres em comparação com o uso da carne ou das unhas sozinhas.

Muitos músicos proeminentes acreditaram que a viola de Segovia não seria aceite pela comunidade de música erudita, porque nas suas mentes, a viola não poderia ser usada para música erudita. Apesar disso, a excelente técnica de Segóvia e seu toque único atordoaram as suas plateias. Consequentemente, a viola nunca mais foi vista estritamente como um instrumento popular, mas um instrumento que também era apto a tocar música erudita.

 

 O auge

Como progredia na sua carreira e tocava para audiências cada vez maiores, Segovia constatou que as violas existentes não eram suficientes para tocar em grandes salas de concerto porque não conseguiam produzir volume suficiente. Isso estimulou-o a procurar inovações tecnológicas que poderiam melhorar a amplificação natural da viola. Trabalhando junto com o luthier Hermann Hauser, ajudou na construção do que é hoje conhecido como viola erudita, de melhores madeiras e cordas de nylon. O formato da viola também foi mudado para melhorar a acústica. A nova viola podia produzir notas com maior volume do que os modelos anteriores usados na Espanha e outras partes do mundo produziam, embora fosse ainda baseado no modelo básico desenvolvido por Antonio Torres quase 50 anos antes de Segovia nascer. Depois da viagem de Segovia pelos Estados Unidos em 1928, Heitor Villa-Lobos compôs os 12 Estudos e dedicou ao maestro. Segovia também transcreveu muitas peças eruditas e reviveu obras transcritas por homens como Tárrega. Muitos violonistas nas Américas, entretanto, já tinham tocado as mesmas obras antes de Segóvia chegar.

Em 1935, fez a premiere da Chacona de J. S. Bach, uma peça difícil para qualquer instrumento. Mudou-se para Montevideo fazendo muitos concertos na América do Sul nas décadas de 30 e 40. Depois da guerra, Segovia começou a gravar mais frequentemente e fazer tours regulares pela Europa e EUA, uma agenda que ele manteria pelos próximos 30 anos de sua vida.

 

 Reconhecimento

Segovia ganhou o prémio Grammy pela Melhor Performance Erudita – Instrumentista em 1958, pela sua gravação Segovia Golden Jubilee.

Em reconhecimento à sua enorme contribuição cultural, ele foi elevado para a nobreza espanhola em 1981, com o título de Marquês de Salobreña.

Andres Segovia continuou a fazer apresentações já idoso e viveu uma semi-aposentadoria durante os anos 70 e 80 na Costa del Sol. Dois filmes foram feitos sobre sua vida e obra – um quando tinha 75 anos e outro 9 anos depois. Estão disponíveis no DVD Andres Segovia – in Portrait.

 

 Influência

Segóvia teve muitos alunos durante sua carreira, incluindo alguns violonistas famosos como John Williams, Eliot Fisk, Oscar Ghiglia, Charlie Byrd, Christopher Parkening, Michael Lorimer, Michael Chapdelaine, Virginia Luque e Alirio Diaz. Muitos outros violonistas, como Lily Afshar, também foram influenciados pelas suas históricas master-classes. Esses alunos, entre muitos outros, carregam a tradição de Segóvia de expandir a presença, reportório e reconhecimento da viola.

Morreu em Madrid, vítima de ataque cardíaco, aos 94 anos, tendo completado sua ambição de elevar a viola de um instrumento de dança cigana para um instrumento de concerto.

[Webografia para Andres segovia]

http://www.violaomandriao.mus.br/historia/histcap27.htm

http://www.classicalguitar.net/artists/segovia/

[Ver e ouvir Andres Segovia]

http://www.youtube.com/watch?v=bG7y_CD9rMg

05
Jun
08

Hello world!

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Novembro 2009
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