Arquivo de Junho, 2008

26
Jun
08

Andres Segovia

                                           

Andrés Segovia (Linares, Espanha; 21 de fevereiro de 1893 – Madrid, Espanha; 3 de junho de 1987) foi um grande guitarrista espanhol. Considerado o pai do viola erudita moderna pela maioria dos estudiosos de música, Segovia dizia que “resgatou a viola das mãos dos ciganos flamencos”  e construiu um reportório clássico para dar lugar ao instrumento em salas de concerto. Muitos compositores fizeram obras especificamente para ele como Turina, Villa-Lobos, Castelnuovo-Tedesco e Pedrell. Pablo Casals foi um grande admirador e apoiador de Segovia.

O início

A introdução de Segovia à viola foi aos quatro anos de idade. Seu tio teria freqüentemente entoado canções para ele enquanto ele tocava uma viola imaginária. Isso incitou Segovia a fazer sua jornada para elevar a viola para o status do piano e do violino. Em particular, ele queria que a viola fosse tocada e estudada em todos os países e universidades do mundo, e passar a seu amor à viola ás gerações futuras.

A primeira apresentação de Segovia foi na Espanha, quando tinha 16 anos. Poucos anos depois, ele fez seu primeiro concerto profissional em Madrid, tocando transcrições de Francisco Tárrega e algumas obras de Bach, que ele próprio transcreveu e arranjou.

Sua primeira tournê foi pela América do Sul em 1916. Em 1924 apresentou-se em Paris e Londres. Seguiu depois por várias outras cidades da Europa, inclusive Rússia.

Embora não fosse aprovado pela família, ele prosseguiu seus estudos de viola. A sua técnica diferencia-se das técnicas de Tárrega e seus sucessores, como Emilio Pujol. Como Miguel Llobet (que pode ter sido seu professor por um curto período), Segóvia atacava as cordas com uma combinação da unha com a carne da ponta dos dedos, produzindo um som mais preciso do que os seus contemporâneos. Com a sua técnica, foi possível criar uma paleta maior de timbres em comparação com o uso da carne ou das unhas sozinhas.

Muitos músicos proeminentes acreditaram que a viola de Segovia não seria aceite pela comunidade de música erudita, porque nas suas mentes, a viola não poderia ser usada para música erudita. Apesar disso, a excelente técnica de Segóvia e seu toque único atordoaram as suas plateias. Consequentemente, a viola nunca mais foi vista estritamente como um instrumento popular, mas um instrumento que também era apto a tocar música erudita.

 

 O auge

Como progredia na sua carreira e tocava para audiências cada vez maiores, Segovia constatou que as violas existentes não eram suficientes para tocar em grandes salas de concerto porque não conseguiam produzir volume suficiente. Isso estimulou-o a procurar inovações tecnológicas que poderiam melhorar a amplificação natural da viola. Trabalhando junto com o luthier Hermann Hauser, ajudou na construção do que é hoje conhecido como viola erudita, de melhores madeiras e cordas de nylon. O formato da viola também foi mudado para melhorar a acústica. A nova viola podia produzir notas com maior volume do que os modelos anteriores usados na Espanha e outras partes do mundo produziam, embora fosse ainda baseado no modelo básico desenvolvido por Antonio Torres quase 50 anos antes de Segovia nascer. Depois da viagem de Segovia pelos Estados Unidos em 1928, Heitor Villa-Lobos compôs os 12 Estudos e dedicou ao maestro. Segovia também transcreveu muitas peças eruditas e reviveu obras transcritas por homens como Tárrega. Muitos violonistas nas Américas, entretanto, já tinham tocado as mesmas obras antes de Segóvia chegar.

Em 1935, fez a premiere da Chacona de J. S. Bach, uma peça difícil para qualquer instrumento. Mudou-se para Montevideo fazendo muitos concertos na América do Sul nas décadas de 30 e 40. Depois da guerra, Segovia começou a gravar mais frequentemente e fazer tours regulares pela Europa e EUA, uma agenda que ele manteria pelos próximos 30 anos de sua vida.

 

 Reconhecimento

Segovia ganhou o prémio Grammy pela Melhor Performance Erudita – Instrumentista em 1958, pela sua gravação Segovia Golden Jubilee.

Em reconhecimento à sua enorme contribuição cultural, ele foi elevado para a nobreza espanhola em 1981, com o título de Marquês de Salobreña.

Andres Segovia continuou a fazer apresentações já idoso e viveu uma semi-aposentadoria durante os anos 70 e 80 na Costa del Sol. Dois filmes foram feitos sobre sua vida e obra – um quando tinha 75 anos e outro 9 anos depois. Estão disponíveis no DVD Andres Segovia – in Portrait.

 

 Influência

Segóvia teve muitos alunos durante sua carreira, incluindo alguns violonistas famosos como John Williams, Eliot Fisk, Oscar Ghiglia, Charlie Byrd, Christopher Parkening, Michael Lorimer, Michael Chapdelaine, Virginia Luque e Alirio Diaz. Muitos outros violonistas, como Lily Afshar, também foram influenciados pelas suas históricas master-classes. Esses alunos, entre muitos outros, carregam a tradição de Segóvia de expandir a presença, reportório e reconhecimento da viola.

Morreu em Madrid, vítima de ataque cardíaco, aos 94 anos, tendo completado sua ambição de elevar a viola de um instrumento de dança cigana para um instrumento de concerto.

[Webografia para Andres segovia]

http://www.violaomandriao.mus.br/historia/histcap27.htm

http://www.classicalguitar.net/artists/segovia/

[Ver e ouvir Andres Segovia]

http://www.youtube.com/watch?v=bG7y_CD9rMg

25
Jun
08

Alvin Lee

O baterista Leo Lyons e o guitarrista Alvin Lee formaram, em 1962, o grupo Jaybirds em Nottinghamshire, na Inglaterra. O baterista Ric Lee e o tecladista Chick Churchill entraram em seguida, e logo o grupo tornou-se o mais conhecido na cidade. Em 1967, pensando em alcançar públicos maiores e tocar em Londres, eles decidiram mudar de nome e passaram a chamar Ten Years After. O quarteto tocava blues, jazz e rock ‘n’ roll, uma mistura que dava espaço aos solos lendários de Alvin Lee e sua guitarra.
A primeira grande apresentação foi no Club Marquee, em Londres, onde começaram a fixar o nome no circuito de música na cidade. No segundo semestre daquele ano, o Ten Years After comemorava o primeiro contrato com uma gravadora, a Deram Records. O álbum de estréia, intitulado “Ten Years After”, passou despercebido e foi somente com o segundo lançamento que a carreira do grupo descolou.
“Undead” saiu em 1968 e foi o início de muito trabalho. O disco chegou nas mãos de Bill Graham, responsável pelo show do Fillmore West e East, que reuniam as revelações do rock na década de 60 e 70. O Ten Years After tocou no Fillmore e Graham ainda produziu uma turnê nos Estados Unidos para eles naquele ano. A música de seis minutos de duração “I’m Going Home” chegou nas paradas americanas e inglesas.
O trabalho do grupo ganhava reconhecimento, principalmente o do guitarrista Alvin Lee, que se destacava no instrumento. Em 1969, eles participaram do festival Woodstock, onde tocaram uma versão de nove minutos de “I’m Going Home”. Naquele ano, eles lançaram, ainda, dois álbuns, “Stonedhenge” e “Ssssh”, que chegou ao Top 20 nos Estados Unidos. O grupo ainda participou do Newport Jazz Festival, ao lado de Nina Simone e Miles Davis.
Em 1970, “Crickewood Freen” foi lançado primeiro na Inglaterra e posteriormente nos Estados Unidos. A música “Love Like a Man” tornou-se um hit no país europeu. Naquele ano, foi lançado também um documentário sobre o Woodstock, com participação do Ten Years After e o grupo continuou em ritmo alucinante de lançamentos de discos e shows de divulgação. Só nos Estados Unidos, eles fizeram mais de 20 turnês em oito anos e tocaram bastante também na Ásia e Europa.
O segundo semestre de 1973 foi de descanso para o Ten Years After. Cada integrante iniciou uma carreira paralela e sobrou pouco tempo para o grupo. A reunião aconteceu no ano seguinte para a gravação de “Positive Vibrations”, que rendeu uma turnê na Inglaterra e outra nos Estados Unidos. Com o ritmo desacelerado, não demorou muito para que o Ten Years After anunciasse seu fim em 1975. Cada um seguiu com outros projetos, Alvin Lee lançou sua carreira solo.
Foi preciso uma data comemorativa para uma série de reuniões isoladas do grupo. Em 1983, o Marquee Club completava 25 anos e o grupo tocou algumas noites nos festejos. Cinco anos depois, eles receberam uma proposta irrecusável para tocar em 4 festivais na Alemanha. Desta vez, o encontrou rendeu ainda um disco, “About Time”, seguido por uma pequena turnê na Europa e Estados Unidos.
Em 1994, a comemoração era de 25 anos do Woodstock, onde o grupo gravou uma participação na coletânea do festival. Três anos depois, o grupo recebeu alguns convites para tocar e fez uma turnê no Brasil e alguns festivais na Europa. Eles gostaram tanto dos shows que lançaram “Solid Rock”, que faz um retrospecto da carreira e traz três músicas inéditas.
Em 2001, finalmente saiu o disco “Live at the Fillmore East 1970”, o tão aguardado registro da apresentação do grupo nos Estados Unidos. A volta mais significativa aconteceu em 2003, quando o grupo decidiu colocar outro guitarrista no lugar de Alvin Lee. O Ten Years After chamou Joe Gooch para assumir a função e lançou “One Night Jammed”. O disco foi gravado ao vivo em fevereiro de 2003 na Alemanha.
 
[Webografia para Alvin Lee]
http://www.alvinlee.com/biography.html
http://whiplash.net/materias/news_887/073042-tenyearsafter.html
 
[Ver e ouvir Alvin Lee]
http://www.youtube.com/watch?v=BeEaC3eMWVw

 

 

17
Jun
08

Allan Holdsworth

 

Allan Holsdsworth é um guitarrista britânico de jazz fusion .
Tem uma extensa carreira solo em que mistura elementos de rock, jazz e música erudita.
Dentre os melhores álbuns estão: I.O.U. (1982), Metal Fatigue (1985) e Wardenclyffe Tower (1992).

 

BaNdAs DaS QuAiS FeZ PaRtE:

Soft Machine 
Soft Works 
Gong 
Pierre Morlen's Gong 
Gongzilla 
UK 
Planet X 

 

Os melhores Solos de Holdswort estão nas seguintes músicas :

 "Red Alert" and "Fred" (Believe It, The New Tony Williams Lifetime) 
  "Hazard Profile Parts l-V" (Bundles - Soft Machine) 
 "Nostalgic Lady" (Enigmatic Ocean, Jean-Luc Ponty) 
 "Five G" (One of a Kind, Bill Bruford) 
 "Radio-Free Albemuth" (Radio-Free Albemuth, Stuart Hamm) 
 "Out from Under" (IOU, IOU) 
 "Three Sheets to the Wind" (Road Games, Allan Holdsworth) 
 "Devil Take the Hindmost" (Metal Fatigue, Allan Holdsworth) 
 "Pud Wud" ("Sand", Allan Holdsworth) 
"The Sixteen Men Of Tain" ("The Sixteen Men Of Tain", Allan Holdsworth) 
"The Things You See (When You Haven't Got Your Gun)" ("All Night Wrong", Allan Holdsworth) 
 

[Webografia de Holdsworth]

http://www.therealallanholdsworth.com/allansbio.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Holdsworth

 

]Ouvir/Ver Allan Holdsworth[

http://www.lastfm.com.br/music/Allan+Holdsworth

http://www.youtube.com/watch?v=ySWS6i9kL4s&feature=related

 

 

 

 

12
Jun
08

Alexi Laiho

                                                                             

Alexi Laiho

 

(nascido Markku Uula Aleksi Laiho em Espoo, 8 de Abril de 1979) é vocalista e guitarrista da banda Children of Bodom. Integra ainda as bandas Sinergy e Kylähullut, tendo já tocado também nas bandas Thy Serpent e Impaled Nazarene.
Tendo sua mãe como principal influência para inspirá-lo a embarcar na sua promissora carreira musical, ainda jovem, Alexi iniciou-se no estudo do violino, instrumento que passou a praticar em frente ao espelho, mostrando desde cedo uma forte tendência a adorar o universo musical do hard rock e do glam rock, e que estudaria durante 5 anos até começar as aulas de guitarra. Aos 10 anos de idade, Alexi assistiria a seu primeiro show de rock, ao ter ido a uma apresentação dos Dire Straits em Helsinquia. Com 11 anos, impressionado por uma fita de vídeo que continha uma performance ao vivo do guitarrista norte-americano Steve Vai a executar a música For The Love Of God, Alexi decidiu mudar de instrumento, deixando de lado o violino e passando então a estudar guitarra. O álbum Passion And Warfare do guitarrista teve bastante importância para Alexi em termos gerais e empurrou-o em direcção ao apronfundamento do estudo e prática de guitarra.
A sua primeira guitarra foi uma Tokai Stratocaster que o pai lhe ofereceu, que também o ensinou a conduzir aos 10 anos de idade.
Alexi estudou guitarra em Oulunkylä, Finlândia, em uma escola chamada "Pop & Jazz Konservatorio", onde também chegou a freqüentar aulas de piano. Aí, onde também estudaram Janne Warman, tecladista da banda, Children Of Bodom e Timo Kotipelto, vocalista do grupo Stratovarius, também da Finlândia, foi apresentado a diferentes estilos de música, como o jazz e a bossanova. Alexi também frequentou aulas particulares com diversos professores ao longo de sua juventude, embora grande parte da técnica desenvolvida por ele tenha sido auto-didata, a ouvir discos de glam rock e hard rock da irmã mais velha. Metallica e Guns N' Roses foram algumas das bandas que o influenciaram durante esse período, assim como o grupo norueguês de black metal, Darkthrone. Nessa época, Alexi passou a interessar-se pelo grupo finlandês de thrash metal, Stone, que durante o final da década de 80, foi um dos grupos mais aclamados da Finlândia. Roope Latvala, um dos guitarristas do grupo, foi muito responsável por grande parte do estilo desenvolvido por Alexi, já que o jovem guitarrista assumidamente passou a criar riffs e licks extremamente semelhantes aos do seu mentor.
Aos 16 anos, Alexi largou a escola, após ter comunicado à sua mãe o seu grande interesse em dedicar-se sómente à guitarra e aos Children Of Bodom. O guitarrista sente-se muito grato pelo apoio da sua mãe na sua decisão. De acordo com suas palavras, tanto ele quanto a mãe sabiam que não iria concluir o segundo grau dos estudos, e eram claros o interesse e o potencial do jovem em relação à música.
Em 1993 formou a banda Inearthed com seu amigo de escola, Jaska Raatikainen.
 
[Webografias de Alexi Laiho]
http://forum.somxl.com/index.php?showtopic=5822
http://territorio.terra.com.br/canais/rockonline/az/artista.asp?artistaID=Children+of+Bodom
 
[Ouvir e/ou ver Alexi Laiho]
http://www.lastfm.pt/music/Alexi+Laiho/+videos/+1-R5P7p_vffhE
                                                                                      
 
05
Jun
08

Alex Skolnick

 Alex Skolnick, born in 1968, grew up in Berkeley, California. At age nine, a fascination with the rock group Kiss led to a desire to learn guitar. At age sixteen, Alex tried out for a local band called Legacy. Shortly after graduating from high school, he found himself recording his first album with the group, who by this time had changed their name to Testament. What followed were five albums and countless tours with, among others, Megadeth, Slayer, Judas Priest, and White Zombie. Alex received critical acclaim for his lead guitar work, which had been inspired by heroes such as Eddie Van Halen and Randy Rhoads, ranking high in many guitar magazine polls, often as ‘Best Thrash Guitarist’ and ‘Most Underrated Guitarist.’ In addition to his metal accomplishments, Alex has made a mark that no one would have predicted: as a jazz guitarist. In 1988, while working on the second Testament album, nineteen year old Alex happened to capture one of Miles Davis’ guitar driven electric bands on television. This inspired an intense study of jazz, leading to, his eventual relocating to New York City, where he earned a BfA from New School University’s jazz program (class of 2001). It was at the New School where Alex Skolnick Trio was born. Their first recording, “Goodbye To Romance:Standards For A New Generation” brought together the worlds of metal and traditional jazz in an unprecedented blend. ‘GTR’ reached the top 30 on the US jazz radio charts, earned a full page article in Billboard and received rave reviews from Downbeat, Jazziz and other magazines; on-line retailer CDBaby listed GTR among it’s top sellers. What followed was a recording contract with Magnatude Records and a sucessful follow up CD, Transformation. Alex Skolnick Trio continues to tour at jazz and rock venues as well as festivals, including the Rochester Intl. Jazz Festival and the Riverbend Festival in Chatanooga. Alex is also a featured member of several high profile rock/pop/theater projects. Most notable of these is the Trans-Siberian Orchestra, which performs to sold out crowds across the U.S. at such venues as New York’s Madison Square Garden. With TSO, Alex has regular television appearances including Good Morning America and Live With Regis And Kelly. Alex is also featured in Jekyll & Hyde In Concert, the first touring version of the hit Broadway show, and is a key element in the new Jekyll soundtrack album on Koch records. Jekyll & Hyde composer Frank Wildhorne writes in the liner notes ‘It all became clear when I heard Alex’s incredible guitar playing. It is his sound, his sense of theater and the passion that lives in his playing that was, for me, the musical voice I had to have for these songs.’ Another hit composer who Alex has been working with lately is Jim Steinman, who created the songs for Meatloaf’s classic album ‘Bat Out Of Hell.’ Jim’s latest project, the ‘Dream Engine’ is a group including Alex and AST drummer Matt Zebroski, performing a collection of his new songs and classics including ‘Total Eclipse Of The Heart’ whose singer, Bonnie Tyler, is a frequent guest at the Dream Engine’s live shows. Past collaborations have including bassists Stu Hamm (Joe Satriani/Steve Vai), Les Claypool (of Primus), Michael Manring (Wyndam Hill recording artist), singer Ozzy Osbourne (the Prince of Darkness himself), rock band Savatage (Atlantic recording artists) and more. Alex has composed pieces for the EA video game “Hot Wheels Turbo Racing”, the USA Network’s broadcast of the 2002 Westminster Dog Show (a big band jazz piece), and the MTV series “Makin’ The Band.” In 2005, Alex reunited with Testament (after 13 years) for a series of sold out concerts in Europe and Japan, including festivals with groups including Korn, Def Leppard and Guns’nRoses. These reunion shows were such a success that more dates continue to follow and a new album could be in the works. Alex is also a big fan of modern fiction (doing most of his reading on planes, tour buses and the NY subway system); favorite authors include Tom Wolfe, David Sedaris and Erica Jong. He has dabbled in writing as well and hopes to pursue it more seriously one day. Other interests include wines, hot sauces and fine cuisine (especially spicy). His current vision is to continue to record and tour in collaboration with projects he enjoys, and publish books/videos when the time is righ.
 
[Webografia]
http://en.wikipedia.org/wiki/Alex_Skolnick
http://whiplash.net/materias/bandas/alexskolnick.html
 
[Ouvir Alex Skolnick]
http://www.youtube.com/watch?v=BO7vWLPM814
 
05
Jun
08

World’s Best Guitarists

Aqui vai o primeiro post nesta minha nova casa.

Este blogue é a continuação do meu trabalho iníciado em http://string-bending.bloguedemusica.com/.

Transitou tudo para aqui. Diz que é uma espécie de mini-enciclopédia de guitarristas. Serão postados por ordem alfabética. Os primeiros já estão no site supra citado.

Critérios de selecção : apenas 3.

1- Guitarra clássica

2- Guitarra electrica 

3- Baseada numa lista de um site, e com a ajuda de um grande guitarrista. Luis Coelho.

Espero que seja do agrado. Quem quiser colaborar… Está à vontade.

05
Jun
08

Hello world!

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