08
Jul
08

b. b. king

 

Riley Ben King, mais conhecido como B. B. King, (16 de setembro de 1925, Itta Bena, Mississippi) é um guitarrista de Blues e cantor norte americano. O “B. B.” no seu nome significa Blues Boy, seu pseudónimo como moderador na rádio WDIA.

Começou por tocar, a troco de algumas moedas, na esquina da Igreja com a Second Street e chegou mesmo a tocar em quatro cidades diferentes aos sábados à noite. Hoje é um dos mais reconhecidos guitarristas de Blues da actualidade, sendo por vezes referido como o Rei do Blues. É bastante apreciado pelos seus solos, nos quais, ao contrário de muitos guitarristas, prefere usar poucas notas. Certa vez, B.B. King teria dito: “posso fazer uma nota valer por mil”.

Riley Ben King, mais conhecido como B. B. King, nasceu numa plantação de algodão em 16 de setembro de 1925 em Itta Bena, perto de Indianola no Mississippi, Estados Unidos da América.

Teve uma infância difícil – aos 9 anos, o bluesman vivia sozinho e colhia algodão, trabalho que lhe rendia 35 centavos de dólar por dia. Começou por tocar, a troco de algumas moedas, na esquina da Igreja com a Second Street.

No ano de 1947, partia para Memphis, no Tennessee, apenas com sua guitarra e $2,50 dólares. Como pretendia seguir a carreira musical, a cidade de Memphis, onde se cruzavam todos os músicos importantes do Sul, sustentava uma vasta e competitiva comunidade musical em que todos os estilos musicais negros eram ouvidos.

Nomes como Django Reinhardt, Blind Lemon Jefferson, Lonnie Johnson, Charlie Christian e T-Bone Walker tornaram-se ídolos de B. B. King.

“Num sábado à noite ouvi uma guitarra elétrica que não estava a tocar espirituais negros. Era T-Bone interpretando “Stormy Monday” e foi o som mais belo que alguma vez ouvi na minha vida.” recorda B. B. King, “Foi o que realmente me levou a querer tocar Blues”.

A primeira grande oportunidade da sua carreira surgiu em 1948, quando actuou no programa de rádio de Sonny Boy Wiliamson, na estação KWEM, de Memphis. Sucederam-se actuações fixas no “Grill” da Sixteenth Avenue e mais tarde um spot publicitário de 10 minutos na estação radiofónica WDIA, com uma equipa e direcção exclusivamente negra. “King’s Sport”, patrocinado por um tónico, tornou-se então tão popular que aumentou o tempo do transmissão e se transformou no “Sepia Swing Club”.

King precisou de um nome artístico para a rádio. Aquilo que começou por ser “Beale Street Blues” foi abreviado para “Blues Boy King” e eventualmente para B. B. King. Por mera coincidência, o nome de KING já incluia a simples inicial “B”, que não correspondia a qualquer abreviatura.

Pouco depois do seu êxito “Three O’ Clock Blues”, em 1951, B. B. King começou a fazer turnés nacionais sem parar, atingindo uma média de 275 concertos/ano. Só em 1956 B. B. King e a sua banda fizeram 342 concertos! Dos pequenos cafés, teatros de “gueto”, salões de dança, clubes de jazz e de rock, grandes hotéis e recintos para concertos sinfónicos aos mais prestigiados recintos nacionais e internacionais, B. B. King depressa se tornou o mais conceituado músico de Blues dos últimos 40 anos, desenvolvendo um dos mais prontamente identificáveis estilos musicais de guitarra, a nível mundial. O seu estilo foi inspirador para muitos guitarristas de rock. Mike Bloomfield, Albert Collins, Buddy Guy, Freddie King, Jimi Hendrix, Otis Rush, Johnny Winter, Albert King, Eric Clapton, George Harrison e Jeff Beck foram apenas alguns dos que seguiram a sua técnica como modelo.

Em 1969, B. B. King foi escolhido para a abertura de 18 concertos dos Rolling Stones. Em 1970 fez uma turné pelo Uganda, Lagos e Libéria, com o patrocínio governamental dos E.U.A.

Começou a participar na maioria dos festivais de Jazz por todo o mundo, incluindo o Newport Jazz Festival e o Kool Jazz Festival New York, e sua presença tornou-se regular no circuito por universidades e colégios.

Em 1989 fez uma tourné de três meses pela Austrália, Nova Zelândia, Japão, França, Alemanha Ocidental, Países Baixos e Irlanda, como convidado especial dos U2, participando igualmente no álbum “Rattle and Hum”, deste grupo, com o tema “When Love Comes to Town”.

Em 26 de Julho de 1996, B. B. King, aproveitando o fato de ter um concerto agendado para Stuttgart, deslocou-se propositalmente de avião até à base aérea de Tuzla, para actuar perante tropas da Suécia, Rússia, Bélgica e E.U.A., estacionadas na Bósnia num esforço conjunto de manutenção da paz. No dia seguinte, voou para a base aérea de Kapsjak, para nova atuação junto de tropas norte-americanas. B. B. King confessa: “Foi emocionante actuar para estes homens e mulheres. Apreciamo-los e queremos que eles saibam que têm o nosso total apoio na sua árdua tarefa de manutenção da paz.”

B. B. King terminou 1996 com uma turne pela América Latina, com concertos no México, Brasil, Chile, Argentina, Uruguai e, pela primeira vez, no Peru e Paraguai. O “Rei dos Blues” totaliza mais de 77 países onde actuou até hoje.

Ao longo dos anos tem sido agraciado com diversos Grammy Awards: melhor desempenho vocal masculino de Rhythm & Blues, em 1970, com “The Thrill is Gone”, melhor gravação étnica ou tradicional, em 1981, com “There Must Be a Better World Somewhere”, melhor gravação de Blues tradicionais, em 1983, com “Blues’N Jazz” e em 1985 com “My Guitar Sings the Blues”. Em 1970, “Indianopola Missisipi Seeds” concede-lhe o “Grammy” de melhor capa de álbum. A Gibson Guitar Co. nomeou-o “Embaixador das guitarras Gibson no Mundo”.

 

Curiosidades

  • Uma das imagens de marca de King é chamar às sua guitarras o nome de “Lucille” – uma tradição que vem desde a década de 1950. No inverno de 1949, King  apresentou-se num salão de dança em Twist, no Arkansas. Com o intuito de aquecer o salão, acendeu-se um barril meio cheio de querosene no centro do salão, prática muito comum na época. Durante a apresentação, dois homens começaram a brigar e entornaram o barril que imediatamente espalhou chamas por todo o lado. Durante a evacuação, já fora do estabelecimento, King apercebeu-se de que tinha deixado a sua guitarra de 30 dólares no edifício em chamas. Voltou a entrar no incêndio para reaver a sua Gibson acústica, escapando por um triz. Duas pessoas morreram no fogo. No dia seguinte, soube que os dois homens tinham começado a briga devido a uma mulher chamada Lucille. A partir dessa altura, passou a a designar as suas guitarras por esse nome, para “se lembrar de nunca mais fazer uma coisa daquelas.”
  • Quando foi perguntado ao cantor John Lennon sobre sua maior ambição, ele disse que era tocar guitarra como B.B. King.
  • BB King era considerado o melhor guitarrista do mundo por Jimi Hendrix.
  • Um anime japonês por nome Beck – Mongolian Chop Squad teve influências do bluesman B. B. King. Por vezes, ele é citado e ainda tem a guitarra “Lucille”.

 

A guitarra

  • Começou a carreira com uma Fender Telecaster
  • Passou a utilizar uma Gibson ES-335, modelo que foi substituído pela B. B. King Lucille, um modelo baseado na ES-345.
  • Uma das características de King é chamar às sua guitarras o nome de “Lucille” – uma tradição que vem desde a década de 1950.
  • No dia 19 de dezembro de 1997, apresentou Lucille ao Papa João Paulo II num concerto no Vaticano.
  • No dia 5 de novembro de 2000, doou uma cópia autografada de Lucille para o Museu de Música Nacional, Estados Unidos da América.

 

 Honras e prémios

  • Em 15 de dezembro de 2006 o Presidente americano George W Bush premiou King com a Medalha Presidencial da Liberdade.
  • Em 2004, ele foi premiado como Ph.D honorário da Universidade de Mississippi e o Conservatório Sueco Real  premiou-o com o Prémio de Música Polar, pelas suas contribuições significantes para o blues.
  • King foi agraciado com a Medalha Nacional de Artes, em 1990, nos Estados Unidos da América.
  • Ganhador de diversos Grammys de 1971 a 2006.

 

[Webografia para B. B. King]

http://www.bbking.com/

http://www.worldblues.com/bbking/default.asp

http://www.lastfm.com.br/music/B.B.+King

[Ver e ouvir B. B. King]

http://www.youtube.com/watch?v=4Ny5ajCn0xw

07
Jul
08

antónio chainho

 

António Chainho ( Nascido em 1938)  é um guitarrista e compositor português, reconhecido internacionalmente, considerado um embaixador da guitarra portuguesa.

Vida

Chainho nasceu em São Francisco da Serra, concelho de Santiago do Cacém, Baixo Alentejo. Recebeu influência musical de seus pais, a guitarra do pai e os fados de Amália, cantados pela mãe. Aos oito anos, já iniciava-se na guitarra e aos treze já acompanhava os fados cantados pela mãe. Na altura iniciava a tocar as guitarradas que ouvia na Rádio Nacional. Cumpriu o serviço militar em Beja, e serviu em Moçambique no período da Guerra Colonial. Conta-se que mesmo quando entrava no mato, levava sua guitarra. Foi em sua passagem por Moçambique que iniciou profissionalmente sua carreira artística, participando de programas na Rádio Nampula. Ao terminar o serviço militar, retornou a Portugal e pouco tempo depois iniciou a carreira na televisão, com sucesso imediato. Formou um conjunto o qual reunia os guitarristas José Luís Nobre Costa e os tocadores de viola Raúl Silva e José Maria Nóbrega. Posteriormente, mudou as posições, deixando de acompanhar cantores, passando a ser acompanhado por estes, mais tarde retornando também a acompanhar. Tornou-se reconhecido internacionalmente tanto por suas apresentações em concertos ao redor do mundo, quanto por sua discografia.

Carreira

 
A vida e a carreira de Chainho confundem-se, de modo que sua vida entrelaça-se em sua carreira artística. Quando terminou o serviço militar, Chainho já estava decidido que o sua vida seria dedicar-se à guitarra portuguesa. Era então a década de 1960 quando, no auge dos vinte anos, mostrou-se um verdadeiro virtuoso nas doze cordas. Assim, deixava o café dos pais, em São Francisco da Serra, onde tinha iniciado a tocar. Havia herdado do pai a destreza no manejo da guitarra e da mãe o gosto pelo fado, assim, ao definir seu estilo, foi achar inspiração em mestres como Armandinho. Já vivia em Lisboa há três anos quando foi convidado pela Emissora Nacional para um programa de rádio chamado Fados e Guitarradas, no qual performava diretamente ao vivo juntamente com o seu conjunto.

Em meados dos anos 60 estreiou na casa de fados A Severa, e a partir de então apresentou-se em outras casas como O Faia, O Folclore e no Picadeiro, da qual tornou-se proprietário e onde foi cada vez mais cultivando seu amor pela guitarra portuguesa, chegando a formar o seu próprio conjunto de guitarras.

Quando Chainho passa a acompanhar artistas como Maria Teresa de Noronha, Lucília do Carmo, Carlos do Carmo, Francisco José, Tony de Matos, António Mourão, Frei Hermano da Câmara ou Hermínia Silva, começa então a deixar suas próprias marcas na história da guitarra portuguesa.

Depois de alguns anos de atuações instrumentais, em atuou como acompanhante, decide mudar a ordem das coisas e chamar cantores para acompanhá-lo, e inicia uma sucessão de apresentações internacionais. Nesta trajetória experimenta misturar a guitarra portuguesa à música de outras culturas e assim toca com as artistas brasileiras Gal Costa e Fafá de Belém, a espanhola Maria Dolores Pradera e a japonesa Saki Kubota. No áalbum lançado em 98, A Guitarra e outras mulheres, suas performances são acompanhadas por Teresa Salgueiro (Madredeus), Marta Dias, Filipa Pais, Ana Sofia Varela, Elba Ramalho, Nina Miranda (Smoke City), e por alguns dos músicos de Nova Iorque, como Bruce Swedien, Greg Cohen e Peter Scherer. Este álbum marca sua consagração, ao atingir um índice de vendas superior a vinte mil cópias. Dois anos depois lança o álbum Lisboa–Rio, com os brasileiros Celso Fonseca e Jaques Morelenbaum, entrelaçando a tradição da música portuguesa com clássicos da música brasileira.

O grande guitarrista volta a fazer o papel de coadjuvante de grandes nomes. Chaínho é convidado para acompanhar José Carreras num concerto no Pavilhão Atlântico, também foi convidado por Adriana Calcanhotto em sua turnê por Portugal e por Maria Bethânia em espectáculos no Rio de Janeiro e em São Paulo. Atualmente, é o mentor de um projeto, em Portugal, que fez parte de seus sonhos durante doze anos, a Casa do Fado e da Guitarra Portuguesa e é considerado como um inovador da tradição.

A viola de Fernando Alvim, parceiro frequente de Carlos Paredes, sendo seu principal arranjador, acompanhou Chainho nos últimos dez anos. Atualmente, os músicos Eduardo Miranda e Tuniko Goulart, brasileiros radicados em Portugal, o acompanham em trio mesclando nuances brasileiros à música portuguesa. Desde o lançamento do álbum A Guitarra e Outras Mulheres Marta Dias ganhou um papel privilegiado nas atuações de António Chaínho, sendo presença certa em seus concertos. No mais recente álbum, que foi gravado ao vivo no Centro Cultural de Belém, é dela a única voz a acompanhar o mestre da guitarra portuguesa.

[Webografia para Antonio Chainho]

http://www.antoniochainho.com/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Chainho

[Ver e/ou ouvir Antonio Chainho]

http://www.youtube.com/watch?v=NxN6ju9t-b4

07
Jul
08

Angus Young

Angus McKinnon Young (Glasgow, Escócia, 31 de Março de 1955) é um guitarrista de hard rock. Angus é membro e fundador da banda australiana de hard rock AC/DC. A sua guitarra elétrica predileta é a Gibson SG. Um dos maiores guitarristas da história do rock and roll e considerado por muitos como o maior riffer de todos os tempos.

Angus Young, um dos nove filhos de William e Margaret Young, nasceu em Cranhill, Glasgow com seus irmãos mais velhos Malcolm Young, George e Alex. Angus começou a tocar viola quando tinha apenas 5 anos de idade. O vizinho dele tinha uma e Angus costumava tocar sempre que o visitava. a primeira viola dele, no entanto, foi um banjo que pertencia à sua família, à qual ele mudou a afinação.

Primeiros Anos

Angus passou a tocar guitarra mais seriamente em 1963, ano em que sua família se mudou da Escócia para a Austrália. Comprou uma Gibson SG após tê-la visto num catálogo de um amigo. Enquanto não tinha a sua Gibson SG, tocava numa velha Höfner que era de seu irmão Malcolm. Um dos irmãos de Young, George (que tocava na banda The Easybeats), dava aulas de guitarra a Angus e Malcolm quando estava em casa após as turnês.

Antes de formar os AC/DC, Angus tocou num grupo chamado Kantuckee,que tinha como formação: Bob McGlynn(Vocal) Angus Young(Guitarra) Jon Stevens(Baixo) . Foi a primeira banda a gravar uma fita demo para Stevie Wrights, mais conhecido como “Evie”,num pedido de George Young. A banda cresceu e mudou o nome para Tantrum,com outro vocalista,Mark Sneddon.

Formação dos AC/DC

Angus e Malcolm Young formaram os AC/DC em 1973. A primeira formação incluia Angus como guitarra solo, Malcolm como guitarra base, Colin Burgess na bateria,Larry Van Kriedt no baixo e Dave Evans como vocalista. A primeira música da banda chamou-se “Can I Sit Next To You Girl”. Eles escolheram o nome AC/DC após ter em visto o que estava escrito AC/DC atrás de uma máquina de costura da irmã Margaret. AC/DC é uma sigla inglêsa que significa corrente alterna/corrente contínua de eletricidade.

Após tocar com a banda por um tempo, Angus desenvolveu a imagem de Schoolboy(Garoto da escola). Antes de ter a imagem de Schoolboy,Angus tentou outras imagens,como Spider-Man,Zorro,Gorilla e uma paródia do Super Man,nomeado de Super-Ang.A imagem de Schoolboy veio a ser uma marca registrada de Angus Young.O uniforme original foi retirado de sua escola secundária,Ashfield Boys High School,em Sydney.Há rumores de que ele não tinha tempo de trocar sua roupa antes de ir para os shows.Sua irmã Margaret sugeriu que ele vestisse o uniforme da escola, após Malcolm ter dito que cada membro da banda teria que ter uma vestimenta. Isso pode parecer irónico mas Angus não gostava muito de ir a escola.

Eventos Recentes

Angus prefere manter sua vida privada fora da comunicação social, e actualmente mora em Sydney, Austrália, mas também tem uma residência em Aalten, Holanda (e por ter uma casa na Holanda, está numa lista das 500 pessoas mais ricas desse país).  Casou -se com sua esposa Ellen em 1980 pouco depois da morte de Bon Scott.

Em 24 de Agosto de 2006, Angus recebeu “Kerrang! Magazine’s Legend Award”,do editor Paul Brannigan.Paul Brannigan considerou os AC/DC como uma das bandas mais importantes da história do Rock.

Equipamentos de Angus Young

Guitarras

Angus usou Gibson SG de vários modelos.É muito raro vê-lo com outro modelo de guitarra.De todos os modos,ele tem Telecasters,Gibson Firebirds e uma ES335s. Quando tocou “Rock Me Baby” com os Rolling Stones, usou uma Gibson ES-335,usada pelo Keith Richard e essa é uma das poucas vezes que o vemos sem sua SG. Angus tem sua SG lendária de 1968, com os captadores T Tops. Outra SG é a de 1964 que ele usou para gravar o álbum Ballbreaker, tem Captadores patenteados. Angus usa encordoamentos Ernie Ball  há aproximadamente 40 anos.
 

Influências

A forma enérgica de tocar de Angus foi influênciada por outros jovens guitarristas. O seu trabalho com os AC/DC influênciou bandas como Guns N’ Roses e Def Leppard, até novos artistas como Ket And You and I. Angus cita como suas influências, Chuck Berry, Muddy Waters entre outros guitarristas de Rock/Blues.

 

[Webografia para Angus Young/AC/DC]

http://www.xtrememusician.com/info/artists/profiles/146.html

http://en.wikipedia.org/wiki/Angus_Young

[Ver e ouvir Angus Young/AC/DC]

http://br.youtube.com/watch?v=zvoeeq-BH4w

http://br.youtube.com/watch?v=en7EKL1pX5w

http://br.youtube.com/watch?v=icIygHdSGFc&NR=1

 
Nota do autor do Blogue : Angus Young e os AC/DC foram os maiores ídolos da minha adolescência. Sabia práticamente tudo deles, tinha os álbuns todos, e ao fim-de-semana costumava inclusivamente acordar o meu pai ( facto que me trouxe alguns dissabores) e o resto do prédio ao som de Highway to Hell.
02
Jul
08

Andy Timmons

Andy Timmons (26 de Julho de 1963) é um guitarrista americano. Começou a sua carreira na banda de hard-rock Danger Danger, e  a solo, é considerado um dos melhores guitarristas da actualidade. Integrou também bandas como Pawn Kings e Andy Timmons Band (ATB).

Ao longo do seu percurso a solo, fez várias gravações jcom a Paula Abdul e Paul Stanley, e alguns jingles publicitários. Tocou ao vivo juntamente com Steve Vai e Joe Satriani, este último já convidado regular dos seus espectáculos em Dallas.

Meu comentário : parece uma mistura de Steve Vai e Joe Satriani.  Brutal. Ouçam o link especificado em [Ver e ouvir] deste post.

Discografia

 Danger Danger

  • Danger Danger
  • Down And Dirty Live
  • Screw It!

 

Solo

  • Ear X-Tacy (1996)
  • Ear X-Tacy 2 (1997)
  • The spoken and the unspoken (1999)
  • Orange Swirl (2000)
  • And-Thology 1 & 2 (2000)
  • That Was Then, This Is Now (album)|That Was Then, This Is Now (2002)

 

[Webografia para Andy Timmons]

www.musicplayers.com/…/0506_Andy_Timmons.php

http://www.andytimmons.com/

[Ver e ouvir Andy Timmons]

http://www.youtube.com/watch?v=lH5ALwj_fKU

01
Jul
08

Andy Summers

Andy Summers (born Andrew James Somers 31 December 1942)

While Andy Summers is best known as the guitarist of the Police, he has since forged a successful and acclaimed solo career with new age-influenced contemporary instrumental music that, like his work with Sting and company, draws on his love for jazz and his fascination with creating instrumental textures. Born Andrew James Somers in Poulton-Fylde, Lancashire, England, on December 31, 1942, the young Somers (who later changed his surname to the more easily spelled Summers) moved to Bournemouth as a child and, upon taking up the guitar at 14, immersed himself in the local jazz scene. By 16, he was playing in local clubs and coffeehouses, where he was noticed by Zoot Money. Somers was invited to join Money’s Big Roll Band, with whom he appeared on the live album The All Happening Zoot Money’s Big Roll Band at Klook’s Kleek. Money eventually changed the band into a psychedelic outfit called Dantalian’s Chariot, and when that project dissolved in early 1968, Somers briefly signed on with the Soft Machine before rejoining Money in a revamped Animals lineup for the LP Love Is. When that imploded in 1969, Somers studied classical guitar and composition at UCLA for four years, in the meantime giving guitar lessons, gigging with a local Latin-rock band, and acting with various theater troupes. Upon his return to England in 1973, Summers became something of a journeyman, touring in the backing bands of Neil Sedaka, Kevin Coyne, Kevin Ayers, and David Essex.Summers met Sting and Stewart Copeland in 1977 while playing with a band called Strontium 90. The two asked Summers to join their full-time project, the Police; together, the trio gradually developed a style centered around jazz- and reggae-influenced pop/rock, and Sting’s strong bass lines allowed Summers to supply subtle sonic textures and colors on his guitar, and to experiment with various effects. Summers first stepped out on his own in 1982, teaming with King Crimson guitarist Robert Fripp on the jazz- and Eastern-tinged I Advance Masked. It was followed in 1984 with Bewitched, another Summers/Fripp collaboration, around the same time the Police officially disbanded.

Eager to establish himself in musical realms outside of rock & roll, Summers did a bit of movie soundtrack work (Down and Out in Beverly Hills, 2010, etc.) before returning to recording, this time on his own. His first solo effort, 1987’s harmonically intricate yet pop-oriented XYZ, met with poor critical response. Its follow-up, 1988’s Mysterious Barricades, was more successful, emphasizing Summers’ textural sensibilities on its jazzy, new age-influenced compositions. A string of albums in this style followed through the ’90s, notably The Golden Wire (1989), Charming Snakes (1991), World Gone Strange (1991), Invisible Thread (1993), and The Last Dance of Mr. X (1997). For 1998’s Strings of Desire, he teamed with South American guitar virtuoso Victor Biglione; 1999’s Green Chimneys: Music of Thelonious Monk found Summers working with a larger ensemble than usual for him, as well as his first collaboration with Sting since the Police (on a version of “‘Round Midnight”). Following the success of his Monk-themed album, the guitarist put together an album of interpretations of compositions by Charles Mingus called Peggy’s Blue Skylight, released in late 2000. Earth + Sky appeared four years later. Summers continued to record thereafter, releasing First You Build a Cloud in 2007. He also participated in the Police reunion tour that same year. Steve Huey, All Music Guide.
 

 

[Webografia para Andy Summers]

http://en.wikipedia.org/wiki/Andy_Summers

http://www.andysummers.com/bio.php

[Ver e/ou ouvir Andy Summers]

http://www.lastfm.com.br/music/Andy+Summers/_/Above+the+world

 Summers collaborated with Sting a few times since the breakup of the Police. Andy played guitar on The Lazarus Heart on Sting’s …Nothing Like the Sun, and Sting played bass on a track on Charming Snakes.      [comment by markblevis@gmail.com]

26
Jun
08

Andres Segovia

                                           

Andrés Segovia (Linares, Espanha; 21 de fevereiro de 1893 – Madrid, Espanha; 3 de junho de 1987) foi um grande guitarrista espanhol. Considerado o pai do viola erudita moderna pela maioria dos estudiosos de música, Segovia dizia que “resgatou a viola das mãos dos ciganos flamencos”  e construiu um reportório clássico para dar lugar ao instrumento em salas de concerto. Muitos compositores fizeram obras especificamente para ele como Turina, Villa-Lobos, Castelnuovo-Tedesco e Pedrell. Pablo Casals foi um grande admirador e apoiador de Segovia.

O início

A introdução de Segovia à viola foi aos quatro anos de idade. Seu tio teria freqüentemente entoado canções para ele enquanto ele tocava uma viola imaginária. Isso incitou Segovia a fazer sua jornada para elevar a viola para o status do piano e do violino. Em particular, ele queria que a viola fosse tocada e estudada em todos os países e universidades do mundo, e passar a seu amor à viola ás gerações futuras.

A primeira apresentação de Segovia foi na Espanha, quando tinha 16 anos. Poucos anos depois, ele fez seu primeiro concerto profissional em Madrid, tocando transcrições de Francisco Tárrega e algumas obras de Bach, que ele próprio transcreveu e arranjou.

Sua primeira tournê foi pela América do Sul em 1916. Em 1924 apresentou-se em Paris e Londres. Seguiu depois por várias outras cidades da Europa, inclusive Rússia.

Embora não fosse aprovado pela família, ele prosseguiu seus estudos de viola. A sua técnica diferencia-se das técnicas de Tárrega e seus sucessores, como Emilio Pujol. Como Miguel Llobet (que pode ter sido seu professor por um curto período), Segóvia atacava as cordas com uma combinação da unha com a carne da ponta dos dedos, produzindo um som mais preciso do que os seus contemporâneos. Com a sua técnica, foi possível criar uma paleta maior de timbres em comparação com o uso da carne ou das unhas sozinhas.

Muitos músicos proeminentes acreditaram que a viola de Segovia não seria aceite pela comunidade de música erudita, porque nas suas mentes, a viola não poderia ser usada para música erudita. Apesar disso, a excelente técnica de Segóvia e seu toque único atordoaram as suas plateias. Consequentemente, a viola nunca mais foi vista estritamente como um instrumento popular, mas um instrumento que também era apto a tocar música erudita.

 

 O auge

Como progredia na sua carreira e tocava para audiências cada vez maiores, Segovia constatou que as violas existentes não eram suficientes para tocar em grandes salas de concerto porque não conseguiam produzir volume suficiente. Isso estimulou-o a procurar inovações tecnológicas que poderiam melhorar a amplificação natural da viola. Trabalhando junto com o luthier Hermann Hauser, ajudou na construção do que é hoje conhecido como viola erudita, de melhores madeiras e cordas de nylon. O formato da viola também foi mudado para melhorar a acústica. A nova viola podia produzir notas com maior volume do que os modelos anteriores usados na Espanha e outras partes do mundo produziam, embora fosse ainda baseado no modelo básico desenvolvido por Antonio Torres quase 50 anos antes de Segovia nascer. Depois da viagem de Segovia pelos Estados Unidos em 1928, Heitor Villa-Lobos compôs os 12 Estudos e dedicou ao maestro. Segovia também transcreveu muitas peças eruditas e reviveu obras transcritas por homens como Tárrega. Muitos violonistas nas Américas, entretanto, já tinham tocado as mesmas obras antes de Segóvia chegar.

Em 1935, fez a premiere da Chacona de J. S. Bach, uma peça difícil para qualquer instrumento. Mudou-se para Montevideo fazendo muitos concertos na América do Sul nas décadas de 30 e 40. Depois da guerra, Segovia começou a gravar mais frequentemente e fazer tours regulares pela Europa e EUA, uma agenda que ele manteria pelos próximos 30 anos de sua vida.

 

 Reconhecimento

Segovia ganhou o prémio Grammy pela Melhor Performance Erudita – Instrumentista em 1958, pela sua gravação Segovia Golden Jubilee.

Em reconhecimento à sua enorme contribuição cultural, ele foi elevado para a nobreza espanhola em 1981, com o título de Marquês de Salobreña.

Andres Segovia continuou a fazer apresentações já idoso e viveu uma semi-aposentadoria durante os anos 70 e 80 na Costa del Sol. Dois filmes foram feitos sobre sua vida e obra – um quando tinha 75 anos e outro 9 anos depois. Estão disponíveis no DVD Andres Segovia – in Portrait.

 

 Influência

Segóvia teve muitos alunos durante sua carreira, incluindo alguns violonistas famosos como John Williams, Eliot Fisk, Oscar Ghiglia, Charlie Byrd, Christopher Parkening, Michael Lorimer, Michael Chapdelaine, Virginia Luque e Alirio Diaz. Muitos outros violonistas, como Lily Afshar, também foram influenciados pelas suas históricas master-classes. Esses alunos, entre muitos outros, carregam a tradição de Segóvia de expandir a presença, reportório e reconhecimento da viola.

Morreu em Madrid, vítima de ataque cardíaco, aos 94 anos, tendo completado sua ambição de elevar a viola de um instrumento de dança cigana para um instrumento de concerto.

[Webografia para Andres segovia]

http://www.violaomandriao.mus.br/historia/histcap27.htm

http://www.classicalguitar.net/artists/segovia/

[Ver e ouvir Andres Segovia]

http://www.youtube.com/watch?v=bG7y_CD9rMg

25
Jun
08

Alvin Lee

O baterista Leo Lyons e o guitarrista Alvin Lee formaram, em 1962, o grupo Jaybirds em Nottinghamshire, na Inglaterra. O baterista Ric Lee e o tecladista Chick Churchill entraram em seguida, e logo o grupo tornou-se o mais conhecido na cidade. Em 1967, pensando em alcançar públicos maiores e tocar em Londres, eles decidiram mudar de nome e passaram a chamar Ten Years After. O quarteto tocava blues, jazz e rock ‘n’ roll, uma mistura que dava espaço aos solos lendários de Alvin Lee e sua guitarra.
A primeira grande apresentação foi no Club Marquee, em Londres, onde começaram a fixar o nome no circuito de música na cidade. No segundo semestre daquele ano, o Ten Years After comemorava o primeiro contrato com uma gravadora, a Deram Records. O álbum de estréia, intitulado “Ten Years After”, passou despercebido e foi somente com o segundo lançamento que a carreira do grupo descolou.
“Undead” saiu em 1968 e foi o início de muito trabalho. O disco chegou nas mãos de Bill Graham, responsável pelo show do Fillmore West e East, que reuniam as revelações do rock na década de 60 e 70. O Ten Years After tocou no Fillmore e Graham ainda produziu uma turnê nos Estados Unidos para eles naquele ano. A música de seis minutos de duração “I’m Going Home” chegou nas paradas americanas e inglesas.
O trabalho do grupo ganhava reconhecimento, principalmente o do guitarrista Alvin Lee, que se destacava no instrumento. Em 1969, eles participaram do festival Woodstock, onde tocaram uma versão de nove minutos de “I’m Going Home”. Naquele ano, eles lançaram, ainda, dois álbuns, “Stonedhenge” e “Ssssh”, que chegou ao Top 20 nos Estados Unidos. O grupo ainda participou do Newport Jazz Festival, ao lado de Nina Simone e Miles Davis.
Em 1970, “Crickewood Freen” foi lançado primeiro na Inglaterra e posteriormente nos Estados Unidos. A música “Love Like a Man” tornou-se um hit no país europeu. Naquele ano, foi lançado também um documentário sobre o Woodstock, com participação do Ten Years After e o grupo continuou em ritmo alucinante de lançamentos de discos e shows de divulgação. Só nos Estados Unidos, eles fizeram mais de 20 turnês em oito anos e tocaram bastante também na Ásia e Europa.
O segundo semestre de 1973 foi de descanso para o Ten Years After. Cada integrante iniciou uma carreira paralela e sobrou pouco tempo para o grupo. A reunião aconteceu no ano seguinte para a gravação de “Positive Vibrations”, que rendeu uma turnê na Inglaterra e outra nos Estados Unidos. Com o ritmo desacelerado, não demorou muito para que o Ten Years After anunciasse seu fim em 1975. Cada um seguiu com outros projetos, Alvin Lee lançou sua carreira solo.
Foi preciso uma data comemorativa para uma série de reuniões isoladas do grupo. Em 1983, o Marquee Club completava 25 anos e o grupo tocou algumas noites nos festejos. Cinco anos depois, eles receberam uma proposta irrecusável para tocar em 4 festivais na Alemanha. Desta vez, o encontrou rendeu ainda um disco, “About Time”, seguido por uma pequena turnê na Europa e Estados Unidos.
Em 1994, a comemoração era de 25 anos do Woodstock, onde o grupo gravou uma participação na coletânea do festival. Três anos depois, o grupo recebeu alguns convites para tocar e fez uma turnê no Brasil e alguns festivais na Europa. Eles gostaram tanto dos shows que lançaram “Solid Rock”, que faz um retrospecto da carreira e traz três músicas inéditas.
Em 2001, finalmente saiu o disco “Live at the Fillmore East 1970”, o tão aguardado registro da apresentação do grupo nos Estados Unidos. A volta mais significativa aconteceu em 2003, quando o grupo decidiu colocar outro guitarrista no lugar de Alvin Lee. O Ten Years After chamou Joe Gooch para assumir a função e lançou “One Night Jammed”. O disco foi gravado ao vivo em fevereiro de 2003 na Alemanha.
 
[Webografia para Alvin Lee]
http://www.alvinlee.com/biography.html
http://whiplash.net/materias/news_887/073042-tenyearsafter.html
 
[Ver e ouvir Alvin Lee]
http://www.youtube.com/watch?v=BeEaC3eMWVw

 

 

17
Jun
08

Allan Holdsworth

 

Allan Holsdsworth é um guitarrista britânico de jazz fusion .
Tem uma extensa carreira solo em que mistura elementos de rock, jazz e música erudita.
Dentre os melhores álbuns estão: I.O.U. (1982), Metal Fatigue (1985) e Wardenclyffe Tower (1992).

 

BaNdAs DaS QuAiS FeZ PaRtE:

Soft Machine 
Soft Works 
Gong 
Pierre Morlen's Gong 
Gongzilla 
UK 
Planet X 

 

Os melhores Solos de Holdswort estão nas seguintes músicas :

 "Red Alert" and "Fred" (Believe It, The New Tony Williams Lifetime) 
  "Hazard Profile Parts l-V" (Bundles - Soft Machine) 
 "Nostalgic Lady" (Enigmatic Ocean, Jean-Luc Ponty) 
 "Five G" (One of a Kind, Bill Bruford) 
 "Radio-Free Albemuth" (Radio-Free Albemuth, Stuart Hamm) 
 "Out from Under" (IOU, IOU) 
 "Three Sheets to the Wind" (Road Games, Allan Holdsworth) 
 "Devil Take the Hindmost" (Metal Fatigue, Allan Holdsworth) 
 "Pud Wud" ("Sand", Allan Holdsworth) 
"The Sixteen Men Of Tain" ("The Sixteen Men Of Tain", Allan Holdsworth) 
"The Things You See (When You Haven't Got Your Gun)" ("All Night Wrong", Allan Holdsworth) 
 

[Webografia de Holdsworth]

http://www.therealallanholdsworth.com/allansbio.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Holdsworth

 

]Ouvir/Ver Allan Holdsworth[

http://www.lastfm.com.br/music/Allan+Holdsworth

http://www.youtube.com/watch?v=ySWS6i9kL4s&feature=related

 

 

 

 

12
Jun
08

Alexi Laiho

                                                                             

Alexi Laiho

 

(nascido Markku Uula Aleksi Laiho em Espoo, 8 de Abril de 1979) é vocalista e guitarrista da banda Children of Bodom. Integra ainda as bandas Sinergy e Kylähullut, tendo já tocado também nas bandas Thy Serpent e Impaled Nazarene.
Tendo sua mãe como principal influência para inspirá-lo a embarcar na sua promissora carreira musical, ainda jovem, Alexi iniciou-se no estudo do violino, instrumento que passou a praticar em frente ao espelho, mostrando desde cedo uma forte tendência a adorar o universo musical do hard rock e do glam rock, e que estudaria durante 5 anos até começar as aulas de guitarra. Aos 10 anos de idade, Alexi assistiria a seu primeiro show de rock, ao ter ido a uma apresentação dos Dire Straits em Helsinquia. Com 11 anos, impressionado por uma fita de vídeo que continha uma performance ao vivo do guitarrista norte-americano Steve Vai a executar a música For The Love Of God, Alexi decidiu mudar de instrumento, deixando de lado o violino e passando então a estudar guitarra. O álbum Passion And Warfare do guitarrista teve bastante importância para Alexi em termos gerais e empurrou-o em direcção ao apronfundamento do estudo e prática de guitarra.
A sua primeira guitarra foi uma Tokai Stratocaster que o pai lhe ofereceu, que também o ensinou a conduzir aos 10 anos de idade.
Alexi estudou guitarra em Oulunkylä, Finlândia, em uma escola chamada "Pop & Jazz Konservatorio", onde também chegou a freqüentar aulas de piano. Aí, onde também estudaram Janne Warman, tecladista da banda, Children Of Bodom e Timo Kotipelto, vocalista do grupo Stratovarius, também da Finlândia, foi apresentado a diferentes estilos de música, como o jazz e a bossanova. Alexi também frequentou aulas particulares com diversos professores ao longo de sua juventude, embora grande parte da técnica desenvolvida por ele tenha sido auto-didata, a ouvir discos de glam rock e hard rock da irmã mais velha. Metallica e Guns N' Roses foram algumas das bandas que o influenciaram durante esse período, assim como o grupo norueguês de black metal, Darkthrone. Nessa época, Alexi passou a interessar-se pelo grupo finlandês de thrash metal, Stone, que durante o final da década de 80, foi um dos grupos mais aclamados da Finlândia. Roope Latvala, um dos guitarristas do grupo, foi muito responsável por grande parte do estilo desenvolvido por Alexi, já que o jovem guitarrista assumidamente passou a criar riffs e licks extremamente semelhantes aos do seu mentor.
Aos 16 anos, Alexi largou a escola, após ter comunicado à sua mãe o seu grande interesse em dedicar-se sómente à guitarra e aos Children Of Bodom. O guitarrista sente-se muito grato pelo apoio da sua mãe na sua decisão. De acordo com suas palavras, tanto ele quanto a mãe sabiam que não iria concluir o segundo grau dos estudos, e eram claros o interesse e o potencial do jovem em relação à música.
Em 1993 formou a banda Inearthed com seu amigo de escola, Jaska Raatikainen.
 
[Webografias de Alexi Laiho]
http://forum.somxl.com/index.php?showtopic=5822
http://territorio.terra.com.br/canais/rockonline/az/artista.asp?artistaID=Children+of+Bodom
 
[Ouvir e/ou ver Alexi Laiho]
http://www.lastfm.pt/music/Alexi+Laiho/+videos/+1-R5P7p_vffhE
                                                                                      
 
05
Jun
08

Alex Skolnick

 Alex Skolnick, born in 1968, grew up in Berkeley, California. At age nine, a fascination with the rock group Kiss led to a desire to learn guitar. At age sixteen, Alex tried out for a local band called Legacy. Shortly after graduating from high school, he found himself recording his first album with the group, who by this time had changed their name to Testament. What followed were five albums and countless tours with, among others, Megadeth, Slayer, Judas Priest, and White Zombie. Alex received critical acclaim for his lead guitar work, which had been inspired by heroes such as Eddie Van Halen and Randy Rhoads, ranking high in many guitar magazine polls, often as ‘Best Thrash Guitarist’ and ‘Most Underrated Guitarist.’ In addition to his metal accomplishments, Alex has made a mark that no one would have predicted: as a jazz guitarist. In 1988, while working on the second Testament album, nineteen year old Alex happened to capture one of Miles Davis’ guitar driven electric bands on television. This inspired an intense study of jazz, leading to, his eventual relocating to New York City, where he earned a BfA from New School University’s jazz program (class of 2001). It was at the New School where Alex Skolnick Trio was born. Their first recording, “Goodbye To Romance:Standards For A New Generation” brought together the worlds of metal and traditional jazz in an unprecedented blend. ‘GTR’ reached the top 30 on the US jazz radio charts, earned a full page article in Billboard and received rave reviews from Downbeat, Jazziz and other magazines; on-line retailer CDBaby listed GTR among it’s top sellers. What followed was a recording contract with Magnatude Records and a sucessful follow up CD, Transformation. Alex Skolnick Trio continues to tour at jazz and rock venues as well as festivals, including the Rochester Intl. Jazz Festival and the Riverbend Festival in Chatanooga. Alex is also a featured member of several high profile rock/pop/theater projects. Most notable of these is the Trans-Siberian Orchestra, which performs to sold out crowds across the U.S. at such venues as New York’s Madison Square Garden. With TSO, Alex has regular television appearances including Good Morning America and Live With Regis And Kelly. Alex is also featured in Jekyll & Hyde In Concert, the first touring version of the hit Broadway show, and is a key element in the new Jekyll soundtrack album on Koch records. Jekyll & Hyde composer Frank Wildhorne writes in the liner notes ‘It all became clear when I heard Alex’s incredible guitar playing. It is his sound, his sense of theater and the passion that lives in his playing that was, for me, the musical voice I had to have for these songs.’ Another hit composer who Alex has been working with lately is Jim Steinman, who created the songs for Meatloaf’s classic album ‘Bat Out Of Hell.’ Jim’s latest project, the ‘Dream Engine’ is a group including Alex and AST drummer Matt Zebroski, performing a collection of his new songs and classics including ‘Total Eclipse Of The Heart’ whose singer, Bonnie Tyler, is a frequent guest at the Dream Engine’s live shows. Past collaborations have including bassists Stu Hamm (Joe Satriani/Steve Vai), Les Claypool (of Primus), Michael Manring (Wyndam Hill recording artist), singer Ozzy Osbourne (the Prince of Darkness himself), rock band Savatage (Atlantic recording artists) and more. Alex has composed pieces for the EA video game “Hot Wheels Turbo Racing”, the USA Network’s broadcast of the 2002 Westminster Dog Show (a big band jazz piece), and the MTV series “Makin’ The Band.” In 2005, Alex reunited with Testament (after 13 years) for a series of sold out concerts in Europe and Japan, including festivals with groups including Korn, Def Leppard and Guns’nRoses. These reunion shows were such a success that more dates continue to follow and a new album could be in the works. Alex is also a big fan of modern fiction (doing most of his reading on planes, tour buses and the NY subway system); favorite authors include Tom Wolfe, David Sedaris and Erica Jong. He has dabbled in writing as well and hopes to pursue it more seriously one day. Other interests include wines, hot sauces and fine cuisine (especially spicy). His current vision is to continue to record and tour in collaboration with projects he enjoys, and publish books/videos when the time is righ.
 
[Webografia]
http://en.wikipedia.org/wiki/Alex_Skolnick
http://whiplash.net/materias/bandas/alexskolnick.html
 
[Ouvir Alex Skolnick]
http://www.youtube.com/watch?v=BO7vWLPM814
 



 

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